| Dançando no mundo árabe |
| Escrito por Jéssica Pulla | |||||
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Conforme muda o país, ou até mesmo o contrato, tudo muda. Os clientes são diferentes, a banda, o estilo da banda, o estilo do lugar. É importante ter sensibilidade para entender os detalhes que diferenciam cada lugar e ser flexível para adaptar-se. Conversar com o músico, o gerente do restaurante e com alguma bailarina que tenha trabalhado neste lugar anteriormente ajuda muito. Quando falamos em países diferentes, a mudança passa a ser ainda mais radical. Em alguns lugares não é permitido sair do palco durante os shows. Em outros, é quase um pré requisito sair do palco, dançar entre as mesas e fazer o público interagir e participar do show. A dança também é diferente. No Brasil estamos acostumadas a fazer shows curtinhos, enquanto nos países árabes os shows duram de 45 minutos a uma hora (as vezes dividida em 2 sets de 30 minutos). Isso exige boa resistência física e roupas confortáveis e de ótima qualidade. O visual para o show também é diferente: exige mais maquiagem (em estilo árabe) e menos acessórios, dando mais destaque para a roupa e a dança. Idioma e diferenças culturais não influem muito. Nos países do Golfo, devido à forte imigração de trabalhadores de outros países, a maioria da população fala inglês. Países como Tunísia, Argélia e Marrocos, a segunda língua é o francês, mas ainda assim não é um grande problema. Com boa vontade, misturando inglês, francês e árabe é possível se comunicar. E as pessoas respeitam você na medida em que você as respeita. Estar num país diferente exige flexibilidade também para lidar com pessoas e situações diferentes. Para quem tem interesse em trabalhar fora do Brasil, meu conselho é se preparar: conheça músicas por nome, estude com bailarinas experientes, assista vídeos, invista em um figurino de qualidade e estude. A Bellydance® é uma empresa séria, Omar Naboulsi, nosso empresário, é o melhor intermediário para quem busca uma carreira promissora no exterior. Para quem ama a dança do ventre e busca investir na carreira internacional, a nossa escola estará trazendo em 2010 um curso exclusivo. Aproveitamos nossa experiência e nosso conhecimento para trazer conteúdos diferenciados, com tudo o que você precisa saber para trabalhar no mundo árabe. Para quem tem dúvidas se vale a pena investir na carreira internacional, posso dizer por experiência própria, se você estiver dentro do perfil exigido, estiver preparada e for aprovada na seleção Bellydance®, não pense duas vezes. É uma experiência de trabalho e de vida incrível, pois é uma oportunidade de viajar, conhecer outros países, outras culturas e trabalhar fazendo o que gosta. Visite sempre nossa página e se você tiver dúvidas ou sugestões de temas para artigos, entre em contato conosco pelo e-mail contato@amareinbellydance.com.br Sua mensagem será sempre bem-vinda! Termino por aqui, espero que você tenha gostado do nosso primeiro artigo. Beijos, Jéssica. Publicado originalmente em http://www.amareinbellydance.com.br/ Veja alguns vídeos de Jéssica Pulla dançando nos países árabes: Friday Lunch time at Le Phoenicien - Kareat El Funjan: Dim lights Embed Embed this video on your site Jessica Pulla Bellydancer - Ana Fe Entezarak Dim lights Embed Embed this video on your site Jessica Pulla Bellydancer in Ras Al Khaima: Dim lights Embed Embed this video on your site Jessica Pulla Bellydancer - Sawa: Dim lights Embed Embed this video on your site Jessica Pulla Bellydancer - Batwanisbic Dim lights Embed Embed this video on your site Artigos Relacionados: Reconhecendo a essência da música árabe (2826 Acessos) Artigos Bailarinas do mundo e seus estilos (6617 Acessos) Artigos A Dança do Ventre no Mundo (132646 Acessos) A Dança do Ventre Alini Jndia é Homenageada, Dicas para Bailarinas por Shaide Halim, Música árabe para ouvir, Expressão na Dança do Ventre (5458 Acessos) Novidades A Face Oculta de Eva - As Mulheres do Mundo Árabe (5031 Acessos) Livros
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Trabalhar nos países árabes é um desafio. Você precisa estar preparada para se adaptar a muitas coisas, desde a comida até o formato do show e o estilo de dança exigido em cada lugar. Flexibilidade é uma qualidade muito importante para a bailarina que decide ingressar na carreira internacional.





















